Sem uma solução definitiva, uma das mais extensas ruas
da capital mantém boa parte
de sua pista em estado
lastimável. Sem uma solução definitiva, uma das mais extensas ruas da capital mantém boa parte de sua pista em estado lastimável nas região do Ganchinho e Umbará. É um dos trechos mais complicados para se transitar e mais complexos para reaização de obras que ficam sendo jogados entre a prefeitura (Secretaria de Obras e Regional Bairro Novo), Ippuc (responsável pela estruturação da cidade) e DNIT (responsável pelo Contorno Leste e imediações, que não arruma seu trecho nem acerta, ou libera para a prefeitura agir).
Assim, é preciso um projeto do Ippuc e a liberação do DENIT (ou seria da espanhola que ganhou a concessão dos pedágios na BR116?)... enquanto isto a população precisa da rua, que, por sua vez precisa da conclusão deste projeto para ter uma obra definitiva. A Regional Bairro Novo, com toda a boa vontade da Admininstradora Elci Sfredo e equipe, fica “quebrando o galho” com os problemas advindos do grande movimento da via ao mesmo tempo em que, mais próxima da comunidade, tem de enfrentar as reclamações diárias e o descontentamento da
população que por sua vez se sente abandonada.
Depois da chuvarada, umas boas caçambadas de pedra é a solução para o “hoje”.
Qual a solução para o “amanhã”? - Se a comunidade tivesse “autorização”, uma boa máquina e recursos, pode ter certeza que o problema seria resolvido.
Quem viu ou sentiu como esta via, na semana retrasada e nos demais dias, hoje suspira aliviado diante desta “laminha”.

Mesmo com alguns trechos mais difíceis, como este onde o ciclista se equilibra para não cair, a rua apresenta boas condições de tráfego.






